Este serviço é para você?
A análise técnica de valoração do dano ambiental atende doze perfis principais:
Autuado
Recebeu auto de infração do IBAMA e não sabe se o valor do dano está correto.
Advogado ambiental
Precisa de parecer técnico para contestar ou validar a valoração aplicada ao seu cliente.
Empresa
Precisa avaliar passivo ambiental ou fazer due diligence antes de uma aquisição.
Consultor ou perito
Precisa de segunda opinião técnica ou apoio na fundamentação normativa de laudos.
Investidor / Comprador de terra
Está avaliando a compra de uma área e precisa conhecer o passivo ambiental real.
Produtor rural
Recebeu auto de infração ou tem área embargada e precisa entender o valor do dano.
Banco ou financiadora
Precisa avaliar passivo ambiental antes de liberar crédito rural ou financiamento.
Seguradora
Precisa quantificar dano ambiental para acionar ou contestar cobertura de apólice.
ONG ou instituto ambiental
Precisa de valoração para fundamentar ações civis ou termos de compensação.
Escritório de advocacia
Atende múltiplos clientes autuados e precisa de suporte técnico recorrente em valoração.
Incorporadora ou construtora
Adquire terrenos e precisa verificar passivo ambiental antes da aquisição ou do licenciamento.
Proprietário com dano em corpo hídrico
Autuado por dano em rio, lago ou reservatório e não sabe se a metodologia de cálculo está correta.
Se você se identifica com algum desses perfis, o próximo passo é analisar tecnicamente o seu caso.
Verificar se o meu valor está corretoPor que este serviço tem base técnica real?
Metodologia oficial
Todos os pareceres são elaborados com base nas normas do IBAMA: IN 14/2024, IN 20/2024 e Portaria 118/2022.
Todos os biomas brasileiros
A análise cobre danos em qualquer bioma nacional: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.
Especialista em valoração ambiental
Natália Cristina Chagas Mendes Teixeira, bióloga (CRBio nº 080701/DF), pós-graduada em Engenharia Ambiental e ex-analista do IBAMA.
Critério técnico verificável
Cada parecer indica a norma aplicada, o cenário escolhido, o valor por hectare utilizado e a justificativa técnica para cada decisão metodológica.
Onde já atuamos
Experiência acumulada em órgãos públicos de fiscalização, entidades do setor produtivo e empresas do agronegócio brasileiro — com visão técnica sobre os dois lados do processo administrativo ambiental.
Exemplo na Prática
Reduzimos o valor do dano ambiental de R$ 914.479 para R$ 352.500
Em um caso real de fauna aquática no bioma Cerrado, identificamos três erros metodológicos no parecer oficial do IBAMA e aplicamos a metodologia correta. O resultado foi uma redução de R$ 561.979 — 61,5% do valor original. Os dois documentos estão disponíveis para consulta.
Seu caso exige valoração de dano ambiental?
Selecione a situação que mais se aproxima do seu caso:
Recebi um auto de infração
não sei se o valor do dano ambiental está correto
- -O cenário aplicado pelo órgão pode não corresponder às condições reais da área
- -A fitofisionomia ou o bioma podem ter sido enquadrados incorretamente
- -Não há justificativa técnica verificável para o valor calculado
Processo administrativo ambiental
preciso de base técnica para discutir o valor do dano ambiental
- -Necessidade de parecer técnico para instruir a defesa administrativa
- -Advogado ou defensor precisa de base técnica para contestar a valoração aplicada
- -Processo sem fundamentação técnica sobre o valor do dano ambiental
Desmatamento (APP ou RL)
não sei como calcular o valor do dano ambiental nessa área
- -Não está claro se a área medida no auto corresponde à área real do dano
- -A área apresenta sinais de regeneração natural que podem alterar o valor calculado
- -O cenário aplicado pode não refletir as condições reais do solo e da vegetação
Mineração ou alteração do solo
não sei como calcular o dano ambiental nesse tipo de impacto
- -Não está claro como o volume movimentado foi convertido em área de dano
- -O limite da área impactada não foi delimitado com precisão no auto
- -O órgão não apresentou o critério técnico usado para calcular o valor do dano
Incêndio ou dano em área extensa
não sei qual é o valor real do dano ambiental nessa área
- -Extensão do impacto superestimada no auto
- -Dificuldade de aferição por satélite/mapa
- -Cálculo indiscriminado do estrato vegetal
Madeira irregular / DOF
não sei como converter volume de madeira em dano ambiental
- -Não está claro como o volume de madeira foi convertido em área de dano
- -A área de dano indicada no auto não corresponde ao volume apreendido
- -O órgão não explicou como chegou ao valor do dano
Contaminação ou dano complexo
não sei como calcular o dano ambiental nesse tipo de caso
- -Não há delimitação clara da área ou extensão do dano no auto
- -O tipo de impacto não tem metodologia de cálculo padronizada aplicada pelo órgão
- -O valor do dano foi estimado sem critério técnico verificável
Conversão de multa / PRAD
não sei se os valores de recuperação ou compensação estão corretos
- -Valoração de projeto não reflete o cálculo original
- -Falta de equivalência e proporcionalidade
- -Incerteza quantitativa da compensação
Área embargada
não sei o que preciso apresentar tecnicamente para levantar o embargo
- -Não está claro qual metodologia de recuperação se aplica à área embargada
- -Dúvidas sobre o conteúdo técnico exigido no PRAD para levantamento do embargo
- -Incerteza sobre o valor do dano associado à área embargada
Dano à fauna
não sei como calcular o valor do dano aos animais apreendidos ou afetados
- -Animais apreendidos em flagrante durante transporte ou comercialização irregular
- -Dano direto à fauna com necessidade de valoração por indivíduo ou por espécie
- -Ausência de enquadramento técnico do impacto sobre a fauna local
Casos complexos ou múltiplos autos
existem valores inconsistentes entre diferentes autos ou processos
- -Múltiplos autos referentes ao mesmo evento com valores aparentemente inconsistentes
- -Danos de naturezas diferentes — fauna, vegetação, embargo — calculados sem critério unificado
- -Não está claro se os valores somados correspondem ao dano real ou se há sobreposição
Dano em corpo hídrico
não sei como calcular o dano ambiental por poluição, efluentes ou mortandade de fauna aquática
- -Poluição hídrica, efluentes ou derramamento com auto de infração
- -Mortandade de fauna aquática com valor de dano calculado
- -Dano em rio, lago, reservatório ou área úmida
Para empresas: avaliação de passivo e due diligence ambiental
Avaliação de passivo ambiental
não sei qual é o valor real do passivo ambiental
- -Incerteza do impacto financeiro técnico global
- -Falta de caracterização quantitativa
- -Delineamento prévio do passivo exigido
Due diligence ambiental
não sei qual é o risco ambiental real dessa área ou ativo
- -Risco na aquisição de área sob autuação
- -Necessidade de estimar o custo de recuperação de uma área antes de concluir uma aquisição
- -Auditoria do cálculo ambiental anterior
Se sua empresa enfrenta alguma dessas situações, o próximo passo é quantificar tecnicamente o passivo ambiental envolvido.
Você sabe se o valor do dano ambiental do seu caso está correto?
A resposta exige análise técnica independente. É exatamente isso que entregamos.
O que determina o valor do dano ambiental
A diferença entre uma valoração correta e uma incorreta está nas variáveis técnicas aplicadas ao caso. As principais são:
- •Cenário ambiental — a escolha entre CAD e CAF pode resultar em valores que chegam a ser o dobro um do outro para a mesma área
- •Fitofisionomia — dentro do mesmo bioma, formações campestres, savânicas e florestais têm valores por hectare significativamente diferentes
- •Enquadramento do dano — nem toda infração gera dano ambiental mensurável; identificar corretamente a natureza do dano é parte essencial da análise
- •Conversão de volume em área — casos de madeira irregular ou mineração exigem estimativas técnicas específicas para determinar a área equivalente afetada
O parecer técnico determina cada uma dessas variáveis com justificativa normativa verificável, para qualquer tipo de infração ambiental, em todos os biomas brasileiros.